Assim caminha o Foursquare

O Twitter firmou parceria recentemente com o Foursquare. A partir de agora, é o novo aliado que indica onde os tuítes são publicados. O aplicativo, que no ano passado se desmembrou em dois (o Swarm é o irmão caçula), aponta o caminho para diversos segmentos.

Inicialmente, as informações são fornecidas pelos próprios usuários dos aplicativos, que divulgam onde estão no momento (check-in através do Swarm) ou acrescentam comentários sobre esses destinos (Foursquare).

Apesar de nunca terem estourado (são 50 milhões de usuários por mês, contando acesso mobile e via computador), esses apps geram uma riqueza de dados de geolocalização. Além dos próprios apps e do Twitter, essas referências alimentam, via API, 85 mil serviços. Microsoft, Pinterest, Waze, Flickr e Samsung são outras empresas que pegam carona com a dupla Foursquare/Swarm.

Digite sem usar as mãos (#‎ficaadica)

É o que promete o Kool, app que converte áudio em texto no ‪‎iPhone‬. Poliglota, o recurso conversa com mais de 30 línguas. Português é uma delas.  Há mais: agora, o aplicativo sai de graça. Seu preço de tabela é US$ 5,99. App: Kool: Pare de digitar e instantaneamente converta sua voz em texto Download (iOS)

O novo Google Maps

O Mashable passeou pela nova versão do serviço de geolocalização do Google. Em texto, eles também exploram os novos caminhos do serviço. O Google Maps ressurge mais interativo. Agora, é possível encontrar boas dicas para explorar as redondezas.

Chegou atrasado. O waze, aplicativo para celulares que circula há algum tempo, já havia apontado o caminho. Trata-se de uma opção mais interessante para se orientar no trânsito: os usuários apontam congestionamentos, colisões entre carros dentre outros problemas.

Com o intercâmbio entre os usuários, as rotas surgem mais interessantes no waze. O Google Maps centra sua força no cérebro eletrônico: o algoritmo dita as regras. Ou seja, o waze, ao apostar na força do coletivo, alimenta um mapa dinâmico, algo importante para se guiar nos mutantes centros urbanos.

fluxos

Unir a comunicação à mobilidade é como unir o território ao movimento, o espaço dos lugares dando lugar ao espaço dos fluxos.
[…] A mobilidade é a nova dimensão, o 4D. Um ponto infinito dentro do bolso. É só tirar e acessar… tudo […] e o seu contrário. O mundo.
Mas, principalmente, acessar seus amigos e seus relacionamentos. E carregar os amigos no bolso é genial.

Nizan Guanaes