Android: história visual

Do lançamento à mais nova versão (Ice Cream Sandwich, a primeira a valer tanto para celulares quanto tablets), o site The Verge analisa a evolução visual do Android, o popular sistema aberto para dispositivos móveis.

O bicho sai até simpático do Google. O problema são as modificações mirabolantes dos fabricantes de hardware ou o desleixo de alguns criadores de aplicativo. Não à toa, o Google quer acabar com as discrepâncias visuais. Agora, há um guia de design para a plataforma Android.

A vida é mais interessante através do filtro de um celular?

É a pergunta que o NY Times faz em matéria que mostra a rotina de jovens que convivem com seus pares através da interação presencial e via internet.

Nessa nova vida social, não há distinção de ambientes: a troca de olhares é intercalada com fugas para conferir, via celular, o que está acontecendo noutros cenários.

O medo de estar perdendo algo é uma preocupação constante. Já há nome para isso: FOMO. De acordo com pesquisa realizada pela agência de publicade JWT New York, 65% dos jovens adultos se sentem deixados de fora quando percebem que amigos estão fazendo alguma coisa sem eles.

Serviços online ampliam os recursos do Instagram; conheça também outras alternativas

O Instagram é um serviço de compartilhamento de fotos no qual é possível aplicar efeitos nas imagens. Quem não usa os sistemas operacionais IOS e Android só tem acesso às fotos postadas por lá quando elas são compartilhadas via mídias sociais (Flickr, Facebook e Twitter). Entretanto, não é possível conferir o perfil de alguém via navegador de internet. Ou seja, não dá para ver outras fotos, quem o usuário segue etc.

Enquanto o serviço não expande sua atuação, alguns recursos suprem essa lacuna e levam a experiência mobile do Instagram para a web. Os mais conhecidos são extragr.am e web.stagram.com. Isso foi possível graças à utilização da API do Instagram.

O gramsby.me é o mais novo deles. Faz o mesmo que os demais: cria uma interface web com seus dados do Instagram. Com isso, você pode acompanhar as últimas atualizações dos seus contatos, conferir as imagens mais populares etc. Tudo via web, sem necessidade dos gadgets da Apple.

É mais um quebra-galho do que um simulacro autêntico: não dá para fazer upload, por exemplo, mas é possível comentar.

Outra mão na roda são os serviços Instaport e Copygram, que permitem fazer becape das fotos postadas no seu perfil do Instagram.

Para quem quer apenas adicionar filtros nas imagens, como o Instagram faz, uma solução é a versão online do Pixlr-o-matic. No Android, também há alternativas, como os aplicativos FxCamera, PicPlz e Vignette. Se possui um celular Nokia que roda o sistema operacional Symbian, o Molo.me pode ser uma opção.

Atualizações
Sem alarde, Instagram chega à web
Novo Instagram 3.0 exibe fotos dos usuários em mapa público
Instagram chega aos 80 milhões de usuários

‪Literatura infantil na era digital‬

No vídeo, ‪Ana Teresa Ralston‬, que atua na direção de Formação de Educadores e Tecnologia de Ensino da Abril Educação.

Vale lembrar que, há muito tempo, os livros infantis buscam novos caminhos para expandir a experiência de leitura. Infelizmente isso escapa, já que hoje há uma tendência em abordar a interação como preceito exclusivo do mundo digital.

(Mesmo os livros didáticos voltados para os pequenos já incentivavam a relação com esse leitor)

De toda forma, é na literatura infantil que a experiência se tornava multimídia: muitas obras traziam recursos de som e imagem, bem como criavam novas formas de apresentação da palavra.

A interação de todas essas técnicas é o desafio. Ontem, hoje e sempre.

Mixel: fazendo arte no iPad

http://vimeo.com/31827422

O iPad é uma ótima ferramenta para a arte digital. Há aplicativos como Brushes, SketchBook Pro e ArtRage. O Mixel é o mais novo deles. Mistura recursos de edição de imagens com rede social. Vídeo demonstrativo acima.