Mulheres maravilha: doc

Wonder Woman! Untold Story of American Superheroines, um documentário sobre a evolução e a influência das super-heroínas nos movimentos de liberação feminina. Será lançado no festival de cultura digital SXSW 2012.

A Mulher Maravilha, o ponto de partida do filme, é um marco na representação de mulheres poderosas na cultura pop. Sua estreia nos quadrinhos ocorreu na década de 1940.

On the Road – Pé na Estrada: primeiras imagens da adaptação para o cinema

O clássico da geração Beatnik chega à grande tela pelas mãos do brasileiro Walter Salles. Enquanto a versão cinematográfica da obra de Jack Kerouac não chega, aproveita para colocar em dia outros clássicos do movimento: O Uivo, de Allen Ginsberg, e O Almoço Nu, de William S. Burroughs.

Leonard Cohen: A Brincadeira Favorita

Além de novo disco, os fãs brasileiros do cantor e compositor canadense terão um presente especial nesse ano: Brincadeira Favorita, seu primeiro romance, ganha, enfim, edição nacional. O livro foi lançado em 1963, quatro anos antes de Songs Of Leonard Cohen, seu álbum de estreia.

A economia do conhecimento

O século 21 é o da economia do conhecimento, pois seus produtos se valorizam mais que as matérias-primas. Somente 3% do preço de um café brasileiro no Starbucks dos EUA volta ao produtor; 97% vão para quem fez o processamento, a engenharia genética etc., produtos da economia do conhecimento. Se queremos estar nesse grupo, temos de investir em educação, ciência e tecnologia.

Andrés Oppenheimer, na Folha. O jornalista argentino lançou no Brasil o livro Basta de Histórias! Na obra, ele propõe que os latino-americamos deixem de lado sua obsessão com o passado e mirem o futuro investindo em ciência, inovação, tecnologia e educação de qualidade.

Durante sua pesquisa, viajou por cinco anos para analisar como diversos países (entre eles Finlândia, Índia, China, Israel e Brasil) gerem seus sistemas de educação. Com isso, investiga a influencia do ensino no grau de desenvolvimento econômico. Abaixo, Oppenheimer comenta seu livro.

‪Literatura infantil na era digital‬

No vídeo, ‪Ana Teresa Ralston‬, que atua na direção de Formação de Educadores e Tecnologia de Ensino da Abril Educação.

Vale lembrar que, há muito tempo, os livros infantis buscam novos caminhos para expandir a experiência de leitura. Infelizmente isso escapa, já que hoje há uma tendência em abordar a interação como preceito exclusivo do mundo digital.

(Mesmo os livros didáticos voltados para os pequenos já incentivavam a relação com esse leitor)

De toda forma, é na literatura infantil que a experiência se tornava multimídia: muitas obras traziam recursos de som e imagem, bem como criavam novas formas de apresentação da palavra.

A interação de todas essas técnicas é o desafio. Ontem, hoje e sempre.

Les Inrocks, 25 anos de cultura pop

A publicação francesa de cultura pop Les Inrockuptibles (mais conhecida como Les Inrocks) está completando 25 anos. Para marcar a data, lançou um belo blog comemorativo. Nele, é possível conferir várias entrevistas históricas: Radiohead (2000), Jean-Luc Godard (1998) e Bret Easton Ellis (1989).

(Curiosamente, 25 anos depois, Bret Easton Ellis revisitou, em Suítes Imperiais, seus jovens personagens yuppies do aclamado Abaixo de Zero. A sequência, lançada em 2010, ganha edição nacional agora)

Outra boa pedida é conferir o arquivo de imagens da Les Inrocks. Abaixo, você confere algumas das melhores fotos da publicação. Se não é próximo da língua francesa, pode conferir a edição local editada na Argentina (los inrocks). Já é um começo.

Beth Ditto + Alisson Mosshart

Catherine Deneuve

Bjork

Asia Argento

Michel Houellebecq

Nirvana

PJ Harvey

Wong Kar-Wai

‪Siri‬, um ajudante pessoal no iPhone 4S

Vídeo demonstrativo da grande novidade do iPhone 4S, um auxiliar digital que obedece comandos de voz.

Lembrou-me o Wolfram|Alpha e sua tecnologia “computational knowledge engine”. Fico pensando nas aplicações disso, principalmente como pode ajudar os portadores de cuidados especiais.

O iPad já trilha esse caminho: ele auxilia pessoas com problemas motores. É difícil não se emocionar com o vídeo abaixo, que mostra a evolução de um paciente mirim.

O Nintendo Wii também é usado na fisioterapia. Mas, claro, há os que ainda veem o videogame como algo alienante, quando não influenciador de comportamentos violentos.

Da mesma forma que há aqueles que gastam tempo combatendo tablets porque supostamente eles ameaçam os livros impressos… Evidentemente, as tecnologias não tem de ser abraçadas irrestritamente. Há muito o que se criticado por aí: se o gadget realmente é eficiente em determinada atividade, como eles são feitos (a origem dos componentes muitas vezes é nebulosa), interesse desmedido em conquistar status ao comprar eletrônicos, a questão da obsolescência programada…

Mas esse tipo de postura rígido aponta para o oposto: sou contra, embora não tenha explorado o assunto. Não abandono minha zona de conforto. Isso me assusta. E passo a racionalizar o assunto, de maneira enviesada. Aliás, o mais importante é o conteúdo ou o suporte físico?

‪É curioso: o brasileiro lê, em média, 4,7 livros por ano. Estão faltando defensores do livro no local onde eles são mais necessários: nas livrarias.