million short

 

Um sistema de busca que pensa “pequeno”. O millionshort.com remove do seu banco de dados os campeões de audiência da internet: ao pesquisar por lá, não encontrará resultados que apontam para os sites mais visitados (o “top 1 milhão” fica de fora, como o nome entrega). Com um índice menos óbvio, as respostas podem ser mais interessantes. Ou pelo menos curiosas. Adorei a ideia.

Sintonizando novos meios

“Nós estamos vendo o efeito cumulativo de assistir tv de forma não-linear”

Jeff Gaspin, chefe de entretenimento da emissora norte-americana NBC, em matéria do NY Times sobre a perda de audiência das atrações “ao vivo” (a primeira vez que um programa é transmitido). Para ele, agora os telespectadores optam pelas “built-up libraries”. Com isso, podem assistir em sequência todos os episódios de um programa. Via Netflix, iTunes, gravações caseiras…

Além da fartura de conteúdo, há outras vantagens. Gaspin dá como exemplo a série The Walking Dead. Ele começou a assistir o programa junto com seu filho através de diversos meios disponíveis até alcançar o final da segunda temporada ao vivo.

“Não foi tão bom. Os comerciais quebram a tensão. Tínhamos visto os outros episódios com cobertores sobre nossas cabeças. Eu odeio dizer isso para os executivos desse negócio, mas eu nunca mais vou assistir Walking Dead ao vivo novamente”, explica Gaspin.

Esse é um assunto comum nesse blog. Alguns chamam essa tendência de era pós-televisão.

Webdocumentário sobre arte urbana

Um documentário interativo que segue a arte de rua pelo mundo: Défense d’afficher. São oito diretores, que te levam ao Brasil, Grécia, Quênia, EUA, França… Em São Paulo, por exemplo, conhecemos a obra do grafiteiro Alexandre Orion.

Um aplicativo móvel (All City; para iPhone) permite ampliar sua experiência. Com ele, é possível registrar e mapear arte de rua pelo mundo.

Pirataria para vender

Acima, arte interna do DVD oficial do filme Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (The Girl with the Dragon Tattoo, 2011).

Inusitada, a imagem, que emula um DVD gravado em casa, não é a primeira iniciativa do gênero. Há dez anos, a banda System of a Down lançou o disco Steal This Album! O provocativo título igualmente apontava a tônica visual do trabalho: toda a arte do disco, e não apenas a parte interna, adotava a “estética pirata”.

Steal This Album! trazia faixas que não entraram no álbum anterior, Toxicity. Boom!, um hino anti-gerra do Iraque, fez sucesso.