Nação digital: como a tecnologia modifica a vida moderna [vídeo]

Patrick Stewart, de X Men e Jornada nas Estrelas: A Nova Geração. O ator explica o motivo de não usar o Twitter (“reduzir a vida em 140 caracteres?”), mas diz apreciar seu iPhone (“faço tudo com ele, é uma extensão da minha mão”) e enviar e-mails (“não gosto de conversar pelo telefone”).

O vídeo faz parte do projeto multimídia digital_nation, da rede de TV norte-americana PBS. A obra explora como a tecnologia modifica cada aspecto da vida moderna.

No canal do projeto no YouTube, você assiste outros depoimentos.  É possível compartilhar sua história através de comentários, Twitter e vídeos.

Um documentário também faz parte do projeto. Você pode assistir o filme na web. Em inglês.

Você não é um Gadget

Bela capa de You Are Not a Gadget: A Manifesto, livro de Jaron Lanier que faz uma análise crítica das mídias sociais. Criação de Olly Moss. Curiosamente, nos EUA, terra do leitor de e-books Kindle, a obra foi lançada com outra capa.

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Como grupos independentes interagem

Apresentação de Deborah Gordon na TED. Ela pesquisa formigas para entender redes complexas, como a internet.

As formigas nem sempre desempenham o mesmo papel. Dependendo da necessidade, há relocação do trabalho.

Teoria do divertimento: convencendo as pessoas a terem vidas mais saudáveis

Qual a melhor maneira de mudar o comportamento das pessoas? Tornar as atividades divertidas. A iniciativa, da Volkswagen, foi batizada de teoria do divertimento.

No vídeo acima, conseguem convencer as pessoas a optarem pela escada normal, e não pela rolante. Simples e criativo.

Vídeo de outras ações aqui.

Você sente que o celular é uma parte do seu corpo?

Muitos se sentem assim. Segundo pesquisa, esse “controle remoto da vida” virou item básico. Muitas pessoas nunca saem de casa sem ele, já que se trata de um aparelho essencial para suas vidas.
Apesar disso, 37% dos entrevistados afirmaram não saber utilizar todos os recursos de seus telefones.A pesquisa foi feita no Canadá, Dinamarca, França, Malásia, Holanda, Filipinas, Rússia, Cingapura, Taiwan, Reino Unido e Estados Unidos.

Imagem via juliasegal

O que você diz, o que faz e quem você é

Já não importa o que você diz.
Prestamos atenção no que você faz.
Se você copiar o trabalho de outra pessoa e divulga como sendo seu
Se você modifica um pouco a verdade
Se você faz lobby para preservar o status quo insustentável
Se você usa sua rede de contatos para obter, não para dar

… então já sabemos quem você é.

[trechos do texto de Seth Godin]

O futuro do cinema

Hollywood está buscando alternativas para continuar a atrair plateias para o cinema e, mais do que isso, para defender seus direitos autorais. A partir do momento em que, como no 3D, são necessários dois projetores de cinema para conseguir assistir a um filme, isso deixa de ser algo que alguém possa baixar na internet. Numa época em que há ofertas de filmes até para celulares (e não sou David Lynch para achar isso bom), o 3D é uma tentativa de preservar esse ritual pagão coletivo de ver um filme em uma sala de cinema, para que nos lembremos que não vivemos sozinhos. Mas não acho que todo filme tenha de ser em 3D nem colorido nem em som estéreo. Tudo depende da ferramenta necessária para contar cada história.

David Fincher, diretor de “O Curioso Caso de Benjamin Button“, em entrevista à Folha de São Paulo, fala sobre o futuro do cinema. Recentemente, o suplemento Link, do Estado de São Paulo, falou sobre as novas tecnologias da sétima arte.

Michel Gondry: tecnologia e arte

“Não é uma novidade o fato de que a tecnologia transforma a arte. Sempre houve uma interação entre as evoluções tecnológicas e o entretenimento. E o filme acompanha grandes mudanças: ao mesmo tempo em que aquelas pessoas utilizam diversos truques para recriar os filmes, elas mostram como as tecnologias já estão muito diferentes hoje”

Michel Gondry, cineasta de grandes clipes e filmes, como Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. No dia 12 de dezembro, estréia seu novo longa, Rebobine, por Favor. Nele, Mos Def e Jack Black são dois cinéfilos que recriam filmes de forma caseira.

O que é ser moderno?

Algumas das características de alguém moderno: vai a tudo que é festa que tem a palavra lounge no nome, come sushi de foie gras, vê The Osbournes na MTV, discute o sentido real do último filme de David Lynch e só veste roupa customizada.

Essa é a versão do Jornal do Brasil. E para você, o que é ser moderno?