As melhores fotos de 2012

natal

As imagens que representam o ano que se despede. Boas seleções da revista Times e do Huffington Post (pesquei essa foto por lá). Dicas do youPIX.

É com essas belas fotos que o blog entra em recesso. Uma pausa para comemorar as boas festas de fim de ano, mas que vai além. O pleno retorno das atividades só ocorre em fevereiro; em janeiro encontro minhas férias. Até lá, apareço de vez em quando por aqui.

Filtros móveis

Acima, vídeo apresenta a nova ferramenta do Twitter para celulares: adicionar filtros nas fotos. Também na semana passada, o Flickr mostrou seu novo aplicativo móvel, que possui recurso similar. É mais um serviço do Yahoo a passar por reformas.

O Google segue a mesma toada, disponibilizando gratuitamente o Snapseed, seu app mobile de edição de imagens. Comprado pela gigante das buscas, o Snapseed anteriormente era pago. Seria mais interessante aproximar Snapseed e Picasa, o “Flickr” do Google. Do jeito que as coisas vão, a atuação do Google segue dispersa, já que os softwares da empresa apresentam propostas similares.

No plano geral, agora todos os grandes nomes da internet possuem boas opções nesse segmento. Mas chegaram tarde na brincadeira. O Instragram, que apresentou sua nova versão recentemente, já virou sinônimo desse tipo de serviço. Algo que ficou ainda mais intenso quando o aplicativo alcançou o sistema Android. É natural. As pessoas querem seguir para a mesma festa que seus amigos. É mais animado por lá.

Uma câmera que enfatiza o tempo: Jay Mark Johnson

The abstract-seeming images here are not the result of some wacky Photoshopping. Jay Mark Johnson’s photos are actually incredibly precise. The reason they look like this is because he uses a slit camera that emphasizes time over space. Whatever remains still is smeared into stripes, while the motion of crashing waves, cars and a Tai Chi master’s hands are registered moment by moment, as they pass his camera by. Like an EKG showing successive heartbeats, the width of an object corresponds not to distance or size, but the rate of movement. Viewing the left side of the picture is not looking leftward in space but backward in time
[…] This unique look is possible because the fixed-position slit camera registers only a vertical sliver of a scene. Whatever passes that slit by gets registered in a narrow line. Over a period of time, which Johnson can control, it registers line after line. The final result is a bunch of these lines all pushed together. (In this sense, you could say each photograph is actually a composite of hundreds of very skinny images.)

Do Slate.